He's back!!! The suicidal maniac!!!!!
Seguindo a idéia de uma amiga, resolvi voltar, e espero que o faça mais vezes. Não pensem que não aconteceu nada nesse tempo todo. Viagens, avanços no trabalho, retocessos no amor, novo computador, monitor velho...
As coisas acontecem e prioridades são revistas, às vezes para o mal. Tentarei me reformular e seguir contando a realidade pela minha visão, que pode não ser a certa, mas é a unica que eu tenho.
Vejo por exemplo o dia de hoje, em que lembrei que este espaço existia, e nas coisas que aconteceram antes e depois disto.
Antes, sigo no êxtase imposto pela situação, em que um ser que insiste em sair da minha vida ainda flutua sobre a sua condição, como se quisesse me dizer "acabou, você sabe, nunca começou, e eu te dou esses minutos restantes para apreciar a frivolidade da vida." Eu aprecio, tendo vontade de congelar tudo com está agora, mesmo que seja forçado e inutil.
Mas nem tudo se faz ruim, e encontro novos e velhos companheiros nessa guerra mortal e inclemente chamada de dia-a-dia, e encontro forças neles para sair da segurança da minha trincheira e ser alvejado pelos tiros disparados pela metralhadora do que chama cotidiano, esse nem sempre atirando na mesma direção, mas sempre fazendo de mim uma vitima.
Após a iluminação, quando a luz nas sombras me apontou um barranco onde eu pudese me atirar, eu fiquei maquinando a minha escrita, o que diria aos bytes ao chegar em casa ("queridos, cheguei!!!!"), e fui observando os componentes do meu mundo, alguns deles ocupados em satisfazer as exigências do sistema SEGA que os cerca, outros brigando com estes, por duvidarem de seus métodos. Batalhar contra um modo de se fazer as coisas pode ser produtivo, quando se luta pelo que é certo. Caso contrário, este se vira contra você e o resultado depende da forma como se revida o ataque. Eu creio que fazendo o bem, que mal tem?
Agora estou aqui, neste gigantesco (2 quartos) apartamento sozinho, não por querer, mas porque os que estariam aqui também optaram por fugir do clima que insiste em nos trazer de volta à era glacial. Pois então me sentei na frente desse monte de areia transformada em circuitos, com um cobertor nas pernas, para escrever (e lá se escreve com teclas? se digita rapaiz!) um post. Mais um post, masi um dia, mais vida que se espalha pelo mundo.
As coisas acontecem e prioridades são revistas, às vezes para o mal. Tentarei me reformular e seguir contando a realidade pela minha visão, que pode não ser a certa, mas é a unica que eu tenho.
Vejo por exemplo o dia de hoje, em que lembrei que este espaço existia, e nas coisas que aconteceram antes e depois disto.
Antes, sigo no êxtase imposto pela situação, em que um ser que insiste em sair da minha vida ainda flutua sobre a sua condição, como se quisesse me dizer "acabou, você sabe, nunca começou, e eu te dou esses minutos restantes para apreciar a frivolidade da vida." Eu aprecio, tendo vontade de congelar tudo com está agora, mesmo que seja forçado e inutil.
Mas nem tudo se faz ruim, e encontro novos e velhos companheiros nessa guerra mortal e inclemente chamada de dia-a-dia, e encontro forças neles para sair da segurança da minha trincheira e ser alvejado pelos tiros disparados pela metralhadora do que chama cotidiano, esse nem sempre atirando na mesma direção, mas sempre fazendo de mim uma vitima.
Após a iluminação, quando a luz nas sombras me apontou um barranco onde eu pudese me atirar, eu fiquei maquinando a minha escrita, o que diria aos bytes ao chegar em casa ("queridos, cheguei!!!!"), e fui observando os componentes do meu mundo, alguns deles ocupados em satisfazer as exigências do sistema SEGA que os cerca, outros brigando com estes, por duvidarem de seus métodos. Batalhar contra um modo de se fazer as coisas pode ser produtivo, quando se luta pelo que é certo. Caso contrário, este se vira contra você e o resultado depende da forma como se revida o ataque. Eu creio que fazendo o bem, que mal tem?
Agora estou aqui, neste gigantesco (2 quartos) apartamento sozinho, não por querer, mas porque os que estariam aqui também optaram por fugir do clima que insiste em nos trazer de volta à era glacial. Pois então me sentei na frente desse monte de areia transformada em circuitos, com um cobertor nas pernas, para escrever (e lá se escreve com teclas? se digita rapaiz!) um post. Mais um post, masi um dia, mais vida que se espalha pelo mundo.

2 Comments:
jocaaaaa! saudades desse blog =~
o despertar-iratéapuc-voltar-dormir com ele parece tão mais legal ^^ heuaEhuaeae
e q clima é esse rapá! sabe q qq coisa estamos aí neh?
Abração!
Eu adoro o frio, sabe, Joca...
Adoro tanto que acabo por detestar o verão. O frio é mais solitário (e pessoas estranhas como nós sabem bem que a solidão é o refúgio mais seguro)...
E eu acho realmente que o frio congele não só os dedos e os pés, mas também uma tristeza que a gente tenha em mente. Não sei se tu te sente sempre sozinho... Mas que a solidão é romântica, nostálgica, tem um toque todo sensual, ah isso tem...
Nada melhor do que se estar sozinho com pensamentos complexos, acompanhado talvez de uma taça de vinho, uma lareira... um computador, mesmo com monitor velho. :)
Gosto de ti, Joca ;)
Postar um comentário
<< Home